E lá fui eu, novamente, ao chão...
Eu surtei de novo. Não tomei nada dessa vez, foi apenas meu cérebro querendo desligar e assim ele o fez. PUF. Acordei duas horas depois numa maca dentro do mesmo hospital que a primeira vez, minha mãe desesperada de novo e minha irmã preocupada comigo.
A sensação de culpa foi a primeira a invadir meus pensamentos, lá ia eu mais uma vez deixar todo mundo preocupado, todo mundo em alerta porque a qualquer momento eu cairia de cara no chão. Queria poder dizer que foi diferente, mas não. Os sete dias de atestado acabaram e eu ganhei mais 8 dias. E junto deles, de dois a quatro desmaios por dia com direito a um corte na testa que por sorte se abre toda vez que eu caio já que eu caio sempre pro mesmo lado. Além de ter a dose aumentada das medicações.
Percebi que precisava de mais outra ajuda alem dos medicamentos, então comecei com a terapia essa semana e ainda não me conformei com isso. Mas, prefiro fazer algumas coisas que não concordo por não querer admitir minha doença do que ver minha mãe chorando a cada desmaio meu.
A sensação de culpa foi a primeira a invadir meus pensamentos, lá ia eu mais uma vez deixar todo mundo preocupado, todo mundo em alerta porque a qualquer momento eu cairia de cara no chão. Queria poder dizer que foi diferente, mas não. Os sete dias de atestado acabaram e eu ganhei mais 8 dias. E junto deles, de dois a quatro desmaios por dia com direito a um corte na testa que por sorte se abre toda vez que eu caio já que eu caio sempre pro mesmo lado. Além de ter a dose aumentada das medicações.
Percebi que precisava de mais outra ajuda alem dos medicamentos, então comecei com a terapia essa semana e ainda não me conformei com isso. Mas, prefiro fazer algumas coisas que não concordo por não querer admitir minha doença do que ver minha mãe chorando a cada desmaio meu.
- "Não tinha vontade nem de viver, nem de morrer. Esse era o problema." -
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